Justiça Federal condena 6 investigados na Operação Carne Fraca...

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Justiça Federal condena 6 investigados na Operação Carne Fraca

Justiça Federal condena 6 investigados na Operação Carne Fraca no estado do Paraná.

A Justiça Federal de Curitiba/PR, condenou nesta terça-feira (20/10), 6 pessoas que estavam sendo investigadas na operação carne fraca, que investiga crimes cometidos, com envolvimento dos maiores frigoríficos do Brasil e do mundo.

Ainda na mesma ação uma pessoa foi absolvida dos crimes investigados pela operação.

Entre os condenados estão dois funcionários públicos e quatro pessoas ligadas aos frigorífico Peccin Agro industrial.

De acordo com a justiça está extinto a punibilidade de outro denunciado nessa Operação.

A operação Carne Fraca é uma operação deflagrada pela Polícia Federal, e teve início no dia 17 de Março de 2017, a operação apura pagamentos de propinas, envolvendo frigoríficos e agentes público.

Segundo sentença proferida no dia 14/10, as penas variam de réu para réu conforme informações abaixo.

As condenações dos réus funcionários do frigorífico

O réu Idair Antônio Piccin que chefiava a linha de produção do frigorífico Peccin foi condenado há 12 anos e 5 meses de prisão além de multa de 288 salários mínimos da época, pelo crime de corrupção ativa, falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios e emprego de processo ou substância não permitida.

Já o réu José Eduardo Nogalli Giannette o assistente administrativo foi condenado a cinco e três meses de reclusão, além de multa de 18 salários mínimo da época, pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios e emprego de processo ou substância não permitida.

Na mesma ação, a ré Nair Klein Peccin esposa do réu Idair Peiccin, foi condenada a 11 anos e três meses de prisão, além de multa de 129 salários mínimos da época, pelos crimes de corrupção ativa, falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios e empregos de processo não permitida.

Também o réu Normelio Peccim Filho foi condenado a 6 anos e 5 meses de reclusão, além de 94 salários mínimos da época, pelos crimes de corrupção ativa, falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios e empregos de processo não permitida.

Condenações dos réus funcionários públicos

Entre os funcionários públicos condenados está o réu Sergio Antônio de Bassi Pianaro agente de inspeção do ministério da Agricultura, foi condenado a 6 anos de reclusão, e multa de 37 salários mínimos da época pelo crime de corrupção passiva.

E ainda o réu Tarcísio Almeida de Freitas agente de inspeção do ministério da Agricultura, foi condenado a 6 anos de reclusão e multa de 37 salários mínimos da época pelo crime de corrupção passiva.

Veja abaixo a reportagem da rádio Bandeirantes sobre a notícia em questão.

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